Referências

Bibliografia que sustenta o conteúdo deste site. Cada entrada traz o grau de verificação alcançado, porque afirmar conferência que não aconteceu é pior do que não conferir.

  1. 1. Kraut JA, Madias NE. Serum anion gap: its uses and limitations in clinical medicine. Clinical Journal of the American Society of Nephrology. 2007;2(1):162-174.

    Faixa de referência com métodos modernos, limitações do ânion gap e correção pela albumina.

    DOI 10.2215/CJN.03020906 · PMID 17699401 · fonte

    Verificação: Além dos metadados, o número citado foi lido no resumo da publicação.

  2. 2. Figge J, Jabor A, Kazda A, Fencl V. Anion gap and hypoalbuminemia. Critical Care Medicine. 1998;26(11):1807-1810.

    Base do fator de correção pela albumina: cada 1 g/L de queda subestima o gap em 0,25 mEq/L, o que equivale a 2,5 mEq/L por g/dL.

    fonte

    Verificação: Além dos metadados, o número citado foi lido no resumo da publicação.

  3. 3. Mehta AN, Emmett JB, Emmett M. GOLD MARK: an anion gap mnemonic for the 21st century. The Lancet. 2008;372(9642):892.

    Mnemônico GOLD MARK para as causas de ânion gap elevado.

    Publicado como correspondência, não como artigo original. É recurso mnemônico, não classificação validada.

    PMID 18790311 · fonte

    Verificação: Autores, revista, ano, volume e páginas conferidos no registro do publicador ou no PubMed.

  4. 4. Kraut JA, Madias NE. Metabolic acidosis: pathophysiology, diagnosis and management. Nature Reviews Nephrology. 2010;6(5):274-285.

    Abordagem diagnóstica da acidose metabólica e papel do ânion gap na separação dos padrões.

    DOI 10.1038/nrneph.2010.33 · PMID 20308999 · fonte

    Verificação: Autores, revista, ano, volume e páginas conferidos no registro do publicador ou no PubMed.

  5. 5. Batlle DC, Hizon M, Cohen E, Gutterman C, Gupta R. The use of the urinary anion gap in the diagnosis of hyperchloremic metabolic acidosis. New England Journal of Medicine. 1988;318(10):594-599.

    Ânion gap urinário na acidose com gap normal: valor negativo aponta perda gastrointestinal de bicarbonato, positivo aponta acidificação distal alterada.

    DOI 10.1056/NEJM198803103181002 · PMID 3344005 · fonte

    Verificação: Além dos metadados, o número citado foi lido no resumo da publicação.

  6. 6. Albert MS, Dell RB, Winters RW. Quantitative displacement of acid-base equilibrium in metabolic acidosis. Annals of Internal Medicine. 1967;66(2):312-322.

    Origem da fórmula de Winter para a compensação respiratória esperada na acidose metabólica.

    A forma de uso corrente, 1,5 × HCO₃⁻ + 8 ± 2, é uma simplificação clínica da regressão publicada. A inclinação varia com a faixa de bicarbonato.

    DOI 10.7326/0003-4819-66-2-312 · fonte

    Verificação: Autores, revista, ano, volume e páginas conferidos no registro do publicador ou no PubMed.

  7. 7. Chionh CY, Tan LTP, Kalyanasundaram M, et al.. Serum anion gap revisited: a verified reference interval for contemporary use. Internal Medicine Journal. 2021;publicação eletrônica; PMID 34028972.

    Contraponto à queda do intervalo de referência: em 284 voluntários sadios, em laboratório acreditado, o intervalo obtido foi 10 a 18 mmol/L.

    DOI 10.1111/imj.15396 · PMID 34028972 · fonte

    Verificação: Além dos metadados, o número citado foi lido no resumo da publicação.

Sobre o grau de verificação

Nenhuma entrada desta lista foi conferida em texto completo do artigo. O ambiente em que o conteúdo foi produzido não alcança PubMed, PMC nem os sites das revistas, então a conferência chegou até o registro do publicador e o resumo. Onde um número depende do texto completo — como os decimais originais da regressão de Winter — a página que o usa diz isso explicitamente.

Duas ausências deliberadas. Não foi localizada recomendação de sociedade brasileira de patologia clínica ou de medicina laboratorial com intervalo de referência específico para o ânion gap; por isso, nenhuma é citada. E o mnemônico GOLD MARK é citado como o que é, uma correspondência publicada no The Lancet, não um artigo original.

Autoria e revisão

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Autor, revisor técnico e responsável pelo conteúdo médico: Dr. Carlos Eduardo Miranda Bruzzi Felipe — CRM/MG 105.721. Médico com atuação em emergência pediátrica e atenção primária em Minas Gerais, Brasil.

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